segunda-feira, 11 de julho de 2011

Idas remadas


E então o sol chega timidamente. Aquece, anima, alegra.
Mas as ondas fogem para sabe-se lá onde. Quando voltarão? E que falta farão!
Então da parede sai o stand up, e do remo pouco usado, teias de aranha.
A harmonia com a natureza é mantida - nada se perde.
Tartarugas, vento calmo no rosto.
A guitarra de Carlos Santana aprisionada no MP3, me leva pra Woodstock outra vez.
Remando...
Ser sem ter sido, ir sem ter ido.
Rema, rema... você chega lá.
No lugar de onde nunca deveria ter partido.

Nenhum comentário: